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Síndrome do impostor – saiba como combater este sabotador de carreiras
Desenvolvimento

Síndrome do impostor – saiba como combater este sabotador de carreiras 

Valorizar a própria trajetória é fundamental para quem busca uma realização profissional. Mas nem sempre isso é simples, especialmente para pessoas que convivem com um inimigo oculto conhecido como a síndrome do impostor. 

Na psicologia, área apta a tratar apropriadamente o problema, a síndrome do impostor está relacionada a fatores emocionais como baixa autoestima e inseguranças. Mas, para alguns especialistas, a causa mais provável é o excesso de cobrança.  

Culturalmente, somos submetidos a grandes expectativas de desempenho, desde a infância, passando pela vida escolar e fase do vestibular. Neste sentido, somos condicionados a não aceitar o próprio erro, o que se manifesta na vida profissional, em algumas pessoas, de forma demasiada.    

A síndrome do impostor é, portanto, um padrão de comportamento identificado em pessoas que questionam suas próprias realizações e temem serem interpretadas como uma fraude. Notadamente, na competitividade comum ao ambiente corporativo, ela aflora num sentimento de inadequação. 

Com isso, é importante o profissional observar suas reações quanto ao reconhecimento de seu trabalho. Ou seja, se há um padrão frequente de negação aos elogios do chefe, pares ou equipe, é possível sim que seja um caso de autossabotagem.  

A síndrome do impostor é mais comum em mulheres?  

Não há estudos conclusivos sobre aspectos de gênero na síndrome do impostor. No entanto, empiricamente, muitas mulheres reconhecem o sentimento de impostora, o que pode encontrar explicação nos aspectos sociais e culturais.  

Importante lembrar que, historicamente, as mulheres são desestimuladas a ascender profissionalmente. Ao passo que finalmente atingem postos de comando costumam ser mais severamente cobradas em provar competência e mérito.  

Como identificar sinais da síndrome do impostor? 

Alguns comportamentos comuns de pessoas com a síndrome do impostor acontecem como formas de compensação. Isso mesmo, são atitudes que buscam amenizar a culpa que sentem por estarem ocupando um lugar “inapropriado”. Veja alguns deles: 

1. Procrastinação 

Não tem relação com preguiça, a procrastinação para os que têm síndrome do impostor tem a ver com o extremo perfeccionismo. Nesta lógica, adiar tarefas é a garantia de não ser “desmascarado”. 

2. Assumir muitas responsabilidades 

Quando um profissional assume, excessivamente. mais responsabilidades do que deveria, pode estar mascarando uma necessidade de justificar o seu valor e sua capacidade.  

3. Medo do destaque 

Outra dificuldade comum é o medo do julgamento. Para driblar este receio, o portador da síndrome do impostor opta por ser discreto e evitar, sempre que possível, se destacar. 

4. Autodepreciação 

Lidar com as próprias vulnerabilidades é fundamental também aos profissionais, pois isso nos humaniza e nos ajuda a superar desafios. Mas na síndrome do impostor o que que vemos é um alto desmerecimento ao seu próprio desempenho. 

Prejuízos profissionais para quem tem a síndrome do impostor 

Toda jornada profissional é marcada por dificuldades. Superá-las pode ser resumida como a forma que escolhemos e, sobretudo, nos preparamos para enfrentá-las. No entanto, para quem sofre com a síndrome do impostor, a autossabotagem torna essa trajetória duplamente complexa.  

Com isso, podemos nos deparar com profissionais que, embora qualificados, recusem promoções ou novos desafios por desacreditarem que conseguirão “dar conta do recado”. Além disso, é possível que os gestores destes profissionais sofram influência do negativismo que se impõem e isso se reflita em suas avaliações de desempenho. 

A síndrome do impostor também pode acometer profissionais que já ocupam cargos de liderança. Nestes casos, o mais comum é duvidarem de todo o esforço empregado, elevando seu grau de autoexigência. 

Como melhorar 

Como vimos, a síndrome de impostor tem muita relação com a saúde emocional. Desta forma, a virada de jogo passa por um processo de autoconhecimento e aceitação, preferencialmente com a ajuda de profissional especializado. 

Mas, a partir do desenvolvimento de competências, é possível incorporar algumas posturas positivas e quebrar este ciclo negativo e viciante de boicote à própria carreira. Veja estas dicas: 

1. Registre suas realizações: anote e celebre cada conquista. Ao registrar seus feitos você consegue relembrar todo o empenho dedicado e talvez se convença que a sorte foi coadjuvante e seu mérito foi protagonista. 

2. Desenvolva suas potencialidades: não há nenhum mal em reconhecer pontos de melhoria. Identifique-os e os aperfeiçoe, mas isso não significa duvidar de sua capacidade.  

3. Evite comparações: quando vemos o sucesso alheio tendemos a nos ater apenas ao recorte do resultado que a pessoa obteve. Ou seja, só conseguirmos mensurar a nossa própria dificuldade, limites e força. Valorize a sua própria experiência e não se compare a outros profissionais. 

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