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Gestão de Pessoas e a crise do novo coronavírus
Desenvolvimento, Seleção de Executivos

Gestão de Pessoas e a crise do novo coronavírus 

Todos os setores da economia no Brasil e no mundo estão atualmente voltados para mitigar os efeitos da pandemia da Covid-19. Para os gestores de negócios e gestores de pessoas a crise instalada se mostra desafiadora de uma forma inusitada.

Isso porque, diferentemente de outras crises recentes, como a de 2008 conhecida como a crise da bolha imobiliária, a pandemia do novo coronavírus se caracteriza por impactos globais. Mas o que os líderes de equipe podem fazer durante a crise? Como equilibrar o pragmatismo, muitas vezes necessário para liderar grandes projetos, com a flexibilidade que situações inusitadas e adversas como esta nos obrigam?

Informação e contexto norteiam uma boa gestão

Uma importante premissa no enfrentamento de qualquer crise é não abrir mão do conhecimento dos fatos. Assim, é fundamental que os gestores busquem estar bem informados sobre os efeitos da crise em seu segmento de atuação. Com isso, terão muito mais habilidade para mapear riscos e criar soluções alternativas.

As lideranças empresariais e também os gestores de pessoas precisam atentar para mudanças a curto, médio e longo prazos que venham a afetar seu negócio. De acordo com uma sondagem da XP Empresas: 59% das companhias já sentiram impacto grande ou muito grande da Covid-19 nos negócios.

Considerar a conjectura com base em fatos e informações confiáveis é essencial neste momento. Afinal, é no exercício de pensar nos impactos futuros que conseguimos ajustar processos agora.

Ao passo que se entende o cenário da pandemia e seus impactos econômicos e sociais, decisões mais assertivas podem ser tomadas pelos gestores. Para exemplificar a importância destas conjecturas, vamos pensar no setor de turismo e eventos e no setor de varejo. O primeiro é apontado como um dos últimos a ser retomado pela necessidade de distanciamento social. Já o setor de varejo despontou como o primeiro a ser colocado em teste. Vimos diversos comércios obrigados a migrar de uma operação física para a digital em questão de dias para tentar sobreviver.

Neste sentido, o que ambos setores têm em comum é a necessidade de reinvenção. Independentemente do prazo, as transformações já percebidas ou as que estão em vias de acontecer, passam por mudanças de comportamento de consumo. O desempenho que veremos de cada empresa, de cada um destes setores que exemplificamos, também dependerá da forma de que seus gestores liderarão suas equipes.

A habilidade de gerenciar pessoas ganha mais peso na crise

Quando falamos de crise, estamos falando de gestão e ações urgentes. Por isso, a habilidade de gerenciar pessoas pode ser o fiel da balança para o enfrentamento desta pandemia pelas organizações. Afinal, é um desafio duplo para o gestor: permitir se reinventar e, ao mesmo tempo, buscar o engajamento de seus liderados. Vamos a algumas orientações práticas?

1 – Valorize a comunicação: em momentos de incerteza o entendimento das mensagens entre empresa e colaboradores fica mais vulnerável. Assim, priorize uma comunicação clara e objetiva sem, contudo, abrir mão do caráter empático e humano nos diálogos ou comunicados oficiais;

2 – Incentive a criatividade e a inovação: um grande ensinamento da crise é a necessidade de reinvenção. Por isso, os gestores devem estimular a criatividade e a inovação de processos em suas equipes. Muitas ideias boas podem vir deste exercício ou, no mínimo, equipes mais engajadas;

3 – Assertividade: muito confundida com fazer a coisa certa, na verdade a assertividade nada mais é que uma postura firme para comunicar opiniões ou decisões. Para um gestor isso é fundamental, especialmente em tempos de crise cujos sentimentos de medo e insegurança rondam as equipes;

4 – Flexibilidade: no começo desta conversa falamos que alguns ajustes no mindset dos gestores serão importantes. Inevitavelmente, a flexibilidade está entre eles, pois esta maleabilidade de gestão passa por repensar a cultura de controle e comando. Afinal, por consequência da crise, projetos ou processos podem precisar ser interrompidos e dar lugar para novas e inusitadas posturas. Por exemplo, o próprio conceito de trabalho em home office que foi novidade para muitas empresas nesta crise.

Afinal, o que aprendemos com a crise?

É correto afirmar que toda crise pode preceder tempos melhores? Devemos pensar que sim, pois do que adianta passarmos por momentos difíceis se não pudermos melhorar como pessoas, profissionais e empresas?

Ainda mais numa crise desta proporção, com impactos sociais, econômicos e humanitários, há de se cultivar pelo menos o otimismo de muito aprendizado. Isso significa que, em termos organizacionais, ela pode representar um bom teste para que empresas confirmem o capital humano como seu principal ativo.

Do mesmo modo, várias disrupturas sociais e corporativas podem ser antecipadas por esta crise. O trabalho a distância e as transformações digitais já apontam como exemplos destas mudanças que devem, em algum momento, serem incorporadas às culturas organizacionais.

Por fim, podemos assumir que os aprendizados sobre gestão de pessoas em tempos de crise podem ser positivos, o que não significa que serão simples. Em outras palavras, buscar a oportunidade ao invés da limitação pode ser determinante para o melhor enfrentamento da crise.

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