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5 dicas para melhorar sua empregabilidade em 2020
Seleção de Executivos

5 dicas para melhorar sua empregabilidade em 2020 

No atual cenário de instabilidade econômica a empregabilidade é um tema que desperta preocupação à maioria dos brasileiros.

Segundo as projeções dos especialistas, em 2020 o crescimento do PIB será por volta dos 2%. Embora pequeno, é uma previsão positiva para influenciar uma ligeira redução do ritmo de desemprego.

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a discreta melhora está, no entanto, condicionada a outros avanços. A confirmação da reforma tributária e uma estabilidade política mais contundente seriam exemplos destes avanços mais fortes.

No entanto, estes são fatores dos quais o indivíduo não tem controle diretamente.  É nesse sentido que é importante entender as alternativas para melhorar a sua empregabilidade.

Desta forma, vale a pena um autoquestionamento: o que posso fazer para manter meu emprego atual? Como aumentar minhas chances de recolocação mesmo em cenários desfavoráveis?

A fim de ajudar nossos leitores a entender os desafios de suas carreiras em 2020, convidamos para um diálogo sobre empregabilidade.

As transformações digitais e o mercado de trabalho

Apesar de ter enorme peso, as condições políticas ou econômicas locais não são os únicos fatores condicionantes para as oportunidades de trabalho. Um clima de insegurança relacionado às transformações digitais já é algo marcante em várias partes do mundo.

As transformações digitais foram impulsionadas, principalmente, pela escalada do uso da Inteligência Artificial (AI ou IA). O fato é que o tema tem pautado as principais discussões sobre o futuro das profissões e da empregabilidade.

Não distante de nosso cotidiano, a IA está em pequenas tarefas. Ela está presente no uso de aplicativos para deslocamento, compras online e serviços de autoatendimento. Para além das tarefas corriqueiras, ela já define nossas relações humanas.

Definitivamente, são os algoritmos que escolhem nossos pares românticos ou o que pensam e fazem nossos amigos virtuais.

Inteligência artificial é amiga ou inimiga da empregabilidade?

Em outras épocas da história, como a Revolução Industrial, os riscos da automação já foram motivos de preocupação. Vimos que, aos poucos, o temor foi mitigado com novas profissões que surgiram. Porém, há dois aspectos diferentes no momento atual.

O primeiro é o vasto alcance da Inteligência Artificial, presente em cada aparelho de smartphone. O segundo é o ritmo acelerado das inovações, beneficiado, sobretudo, pela globalização.

Inevitavelmente, as facilidades promovidas pela IA, como comodidade e agilidade na execução de tarefas, são inegáveis. Há que se admitir que é muito difícil abrir mão delas.

Também pesa na ponderação a grande expectativa de contribuição para a economia global. Segundo dados da PWC, US$15,7 trilhões são as cifras que a nova tecnologia pode movimentar até 2030.

Outro estudo também da PWC aponta risco elevado de automação. Segundo este estudo, 38% dos postos de trabalho, nos EUA, serão perdidos até 2030.

Contudo, há correntes mais positivas. Embora sem prognósticos precisos, elas acreditam que a AI também tem grande potencial para a criação de novas profissões.

O Brasil na era da Inteligência Artificial

Países ainda em desenvolvimento, como o Brasil, tendem a colher frutos bem mais tímidos desta farta colheita. O fato é que a economia global prevista com o avanço da Inteligência Artificial não será igual para todos.

Isso porque o ritmo das empresas com capital para adotar as novas tecnologias é bem menor. Assim como é menor o aporte de dinheiro público para investir na capacitação da força de trabalho.

Com toda certeza, se preparar para as mudanças é o melhor caminho. Durante entrevista para o programa Roda Viva, o historiador israelense, Yuval Harari, referência mundial no debate sobre o futuro da humanidade e os impactos da IA na sociedade, dá uma dica importante.

Em conclusão à sua fala, o historiador pondera sobre uma habilidade primordial para os novos tempos: a flexibilidade. Segundo Harari, cada indivíduo precisará desenvolver uma boa capacidade de adaptação para lidar com os impactos da IA.

Dicas para melhorar a sua empregabilidade em 2020

Independentemente dos motivos que causam uma mudança profissional, cabe a cada indivíduo empenhar esforços para a gestão de sua carreira.

Neste sentido, desenvolver habilidades profissionais propiciais e valorizadas pelo mercado de trabalho que vive transformações contínuas será primordial. Assim, será possível tornar situações de incerteza em oportunidades.

1 – Aceitar as mudanças

Qualquer alteração deve ser assimilada pelo profissional como um caminho para novos mindsets (maneiras de pensar).

Claro que uma demissão pode ser muito impactante na vida de um profissional, mas assumir a postura certa é o que fará a diferença. Para isso é preciso incluir a aceitação da nova realidade.

Da mesma forma acontece com as transformações digitais. É preciso aceitar que as novas tecnologias são um caminho sem volta. Fazer o melhor uso dos benefícios destas novas tecnologias também para sua carreira pode ser um divisor de águas.

2 – Adaptação e ciclos de capacitação

Não há dúvida que é muito difícil entender novas realidades. Um exemplo disso é uma pessoa assimilar facilmente que a profissão construída por anos pode ser extinta amanhã.

Porém, o segundo passo após a aceitação é a adaptação. Combinada com ciclos de capacitação serão benéficas para sua empregabilidade.

Para isso, torna-se importante definir ciclos periódicos de capacitação (línguas, tecnologias, novos modelos de negócios, tendências e outros conhecimentos). Esta é a forma mais inteligente de investir na sua empregabilidade.

3 – Habilidades analíticas

A Inteligência Artificial já provou que vem com força total para substituir as tarefas operacionais.

Sabendo disso, a dica é desenvolver habilidades analíticas. Haverá mais espaço para a curadoria e o pensamento crítico, habilidades que valerão mais do que uma execução meramente técnica.

Além disso, a capacidade analítica demonstra também visão de negócios, sem dúvida um perfil diferenciado para um novo cenário global.

4 – Proatividade e dinamismo

Estas habilidades estão muito relacionadas com todas as anteriores, porém, merecem um destaque próprio. Combinadas, proatividade e dinamismo, representam a capacidade do profissional de “estar no jogo”.

Em primeiro lugar porque as mudanças absorvidas pelo mundo corporativo estão obedecendo um ritmo acelerado muito peculiar. Em segundo lugar, o espírito “cada um no seu quadrado” não tem mais espaço nas novas dinâmicas empresariais.

Resumindo, proatividade é: mostrar-se interessado, atentar às tendências de mercado setoriais e ser colaborativo nos trabalhos em equipe.

5 – Inteligência emocional

É claro que a inteligência emocional terá papel fundamental na empregabilidade para 2020. Afinal, lidar com tantas mudanças, incertezas e expectativas requer sabedoria emocional, algo que nada artificial poderá suprir.

Vale ressaltar que a inteligência emocional não é uma solução mágica. Mas como toda habilidade pode ser desenvolvida, a inteligência emocional tem como grande promotora o autoconhecimento.

Desta forma, com o autoconhecimento é possível entender as próprias emoções, praticar a empatia e resolver problemas mais complexos. Claramente, estas são questões inerentes às relações humanas e, portanto, primorosas para a empregabilidade.

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